A veja desta semana traz uma reportagem sobre um novo fenômeno: as artistas mais maduras como Beyoncé, Fergie e Shakira têm feito muito mais sucesso hoje em dia do que a "geração anterior" de megahits do pop, populada por adolescentes como Britney Spears.
Longe da conturbada época em que as artistas fazem muita besteira, Shakira é um exemplo de cantora com muita experiência artística e que amadureceu seu trabalho de maneira muito interessante.
Outra característica que marca as novas divas é algo que nós aqui no Brasil conhecemos e entendemos bem: o bumbum. Essas cantoras dançam rebolando, de maneira espontânea e fluida, bem diferente das coreografias um pouco mais duras, características do pop de alguns anos atrás.
Além (do bumbum e) da idade "fora de perigo", o fato destas artistas serem maduras contribui também com a personalidade forte de cada uma delas. Diferentemente das popstars adolescentes, que eram conduzidas pelos produtores e praticamente clones umas das outras, elas sabem bem o que querem, e têm um caminho próprio.
Outro ótimo exemplo de artista madura, no topo do sucesso, é Gwen Stefani, que deu um tempo com a banda No Doubt para arrasar no mundo pop.
Assim como Gwen, Fergie também deu uma fugidinha do seu grupo de hip hop Black Eyed Peas para lançar um trabalho solo. Segundo a Veja, no ano passado, The Dutchess, seu primeiro trabalho-solo, rendeu três hits nas rádios – Fergalicious, London Bridge e a balada Big Girls Don't Cry – e vendeu 2 milhões de cópias apenas nos Estados Unidos. E no Brasil, o CD bateu em 30.000 cópias, marca respeitável num mercado assolado por pirataria e downloads ilegais.
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