Compositor e cantor mineiro de Três Pontas, Heitor Branquinho lança seu segundo CD, batizando como Um Branquinho e um violão. O simpático trocadilho resume o álbum, que aposta na essência da música, nua e crua apresentada com simpatia por seu criador.
O disco foi gravado ao vivo em um espaço dentro de um Hotel Fazenda local. O ambiente aconchegante foi cenário do encontro de Heitor com o colega Milton Nascimento, carioca criado em Três Pontas. Primeiro Milton solta a voz em O que vale é o nosso amor, com bons ecos do Clube de Esquina. Depois relembra o primeiro instrumento, que ganhou aos quatro anos, e toca sanfona em Amigo.
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