A bossa sempre esteve na vida e no repertório de Paula Morelenbaum. Seja em casa, seja nos anos em que cantou ao lado de Tom Jobim, ou até em seus vôos solo. Quando o mundo se vira inteiro para a batida diferente, Paula dá um passo atrás (cronologicamente) e outro à frente (esteticamente). Em seu novo CD, Telecoteco, a cantora mergulha em um repertório de sambas com mais de 50 anos de idade. Mas veste eles com uma roupa moderna e cosmopolita.
"Eu queria ir além, descobrir o que influenciou esses artistas", explica Paula em entrevista por telefone. "O disco quase se chamou Ziriguidum", revela a cantora. "Mas telecoteco era uma gíria, samba sem telecoteco não era samba bom. O que depois passou para bossa, o que era bacana tinha bossa", atesta fazendo o link.
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